Resenha: Marenna - Voyager (2022)

29/09/2022

A banda gaúcha Marenna, de hard rock melódico, está lançando hoje, 30 de setembro, seu mais novo trabalho de estúdio, o forte e impactante álbum Voyager, sucessor do EP Pieces of Tomorrow (2020), via Lions Pride Music. Voyager é o segundo álbum cheio da banda, que foi formada em 2014 e desde então lançou seu EP de estreia, My Unconditional Faith (2015), o primeiro full No Regrets (2016), o ao vivo Livin' No Regrets (2018) e o já mencionado EP Pieces of Tomorrow (2020). No ano passado, a banda ainda lançou o álbum ao vivo In Your Face, uma live session com 10 canções. O vocalista Rodrigo Marenna, líder do projeto, vem se consolidando no cenário do chamado metal nacional, de uma forma tão contundente, que vem chamando a atenção de diversos artistas internacionais, que o tem convidado para gravar. Mas, Rod Marenna não está sozinho nessa empreitada. Cercado de músicos de grande competência, vem mostrando a cada lançamento uma maturidade cada vez maior, com seu timbre fortemente característico, que acaba por imprimir seu DNA próprio. Ao lado de Rod Marenna estão o jovem prodígio guitarrista Edu Lersch, de apenas 20 anos, o baixista BIFE, o tecladista Luks Diesel e o baterista Arthur Schavinski.

O novo álbum Voyager foi mixado e masterizado por Jonas Godoy (Linha Sonora Studios – Caxias do Sul – Brasil) e produzido por Mauro Caldart, com Arthur Appel (Broken Glass Studios) assinando a gravação e a produção das linhas vocais, com a arte da capa sendo assinada pela TM Artwork. Voyager, que traz 11 novas canções e ainda o bônus cover "So Close", da famosa dupla oitentista Daryl Hall & John Oates, já nasce grande, coeso, temperado com as mais fortes influências do rock melódico. Todo o trabalho, desde a faixa de abertura, "Breaking The Chains", lançada como primeiro single, mostra a potência do registro. Cada nota é pensada, trabalhada e executada com maestria e brilho. O álbum abre com uma narrativa, como que convidando o ouvinte a uma viagem estratosférica e emenda imediatamente na poderosa "Breaking The Chains", acertadamente posta como faixa de abertura, com seu forte refrão, que gruda na cabeça e um solo cheio de energia. Uma das melhores do play. A ela segue "Out Of Line", com seu andamento mais pesado e cadenciado, com destaque para a forte marcação da bateria. É uma música elegantemente linda, diferente, a melhor faixa do álbum e que sairá no próximo mês como single. "Gotta Be Strong" com seu início mais acústico, é colocada estrategicamente para dar mais fôlego à audição, pois é mais lenta, aproximando-se do AOR e ainda traz um belo solo floreado. A primeira parte se encerra com "Wait", lançada recentemente como segundo single e vindo na mesma linha de sua predecessora, porém ligeiramente mais acelerada e um ótimo refrão.


Marenna: a partir da esquerda - Edu Lersch, Luks Diesel, Rod Marenna, BIFE e Arthur Schavinski

 A parte intermediária do play traz "Ain’t Stranger To Love", que é uma balada tradicional, muito bonita, que nos faz imaginar estarmos ainda nos anos 80, com sua linda linha de guitarra. A sexta-faixa, "Hold Me" chega pra nos elevar novamente, com uma bela introdução dos teclados, e que faz uma "cama" perfeita ao longo da audição, um clássico hard melódico. "Perfect Crime" sobe ainda mais a adrenalina, novamente com a bateria imprimindo sua força e cadência na medida certa. A faixa-título, "Voyager", conclui a parte intermediária de forma incendiária, com característica mais hard e o baixo ditando o ritmo. A nona faixa, "Too Young To Die" mantém o nível mais alto, com uma introdução guitarrística bem interessante. A música tem uma cadência bem hard, com muita melodia, que não nos deixa parar. "We Are United" é a segunda balada do álbum, com um ótimo refrão, dobras vocais e vocalizações de apoio, que trazem um frescor sonoro interessante, que nos incentiva a cantar juntos. Finalizando, vem "Wherever You Go", mais acelerada e pra cima, renovando o fôlego do ouvinte, mas avisando que a audição está chegando ao fim. E após o desfile de canções maravilhosas, pensadas e executadas com carinho e muito profissionalismo, vem o presente ao ouvinte, uma belíssima apresentação de "So Close", lançada originalmente no álbum Change of Season, de Daryl Hall e John Oates, em 1990.

Voyager é um álbum altamente profissional, mas sem ser técnico, porque o coração aqui fala mais alto. Tanto Rodrigo Marenna entrega a sua alma, como cada um dos músicos envolvidos fazem o mesmo e fica muito nítido isso ao longo da audição. Marenna tem uma voz belíssima, muito peculiar, que imprime seu DNA de forma contundente e muito agradável de ouvir, seja no AOR, no rock melódico ou no hard rock, elementos que foram muito bem explorados na obra lançada hoje. O que falar da produção? Quando está tudo perfeito, nem precisamos nos dar ao trabalho. Não há falhas nesse sentido, mostrando que os profissionais brasileiros, sejam musicistas, engenheiros, produtores estão cada vez melhores e mais adequados ao exigente mercado da música. Voyager tem tudo para agradar aos fãs da música melodiosa em qualquer parte do mundo. A você nobre leitor, leitora e ouvinte, eu deixo meu conselho, procure um lugar confortável, onde não possa ser atrapalhado ou atrapalhada, clique no play abaixo e embarque nessa "viagem" sonora de grande destaque!!!

https://open.spotify.com/album/5QeeswjQRtOOLY8bmPbhKw

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Formação:
Rod Marenna - vocais
Edu Lersch - guitarra
BIFE - baixo
Luks Diesel - teclados
Arthur Schavinski - bateria

Megadeth: ouça "The Sick, The Dying… And The Dead!" lançado hoje

01/09/2022

Um dos álbuns mais aguardados do ano, The Sick, The Dying… And The Dead!, do Megadeth, foi lançado hoje, via UMe, apresentando 12 novas composições e dois bônus, “Police Truck”, cover do Dead Kennedys e “This Planet’s on Fire (Burn in Hell”), cover de Sammy Hagar. O novo álbum, o 16º da carreira do Megadeth é o primeiro desde a saída do baixista original, David Ellefson. O músico já havia gravado as linhas de baixo, mas estas foram substituídas e regravadas por Steve Di Giorgio, do Testament. Os doentes, os moribundos… e os mortos! nos apresenta a atual formação da banda com o guitarrista brasileiro Kiko Loureiro (que está na banda há 7 anos, já tendo gravado o álbum antecessor, Dystopia, de 2016), que também gravou violão, flauta (faixa 3) e vocais de apoio, o baterista Dirk Verbeuren (este é o primeiro álbum do músico com o Megadeth), ao lado do vocalista e guitarrista Dave Mustaine. Ainda participaram do disco Brandon Ray (vocais de apoio), Eric Darken (percussão), Roger Lima (teclados e efeitos) e os vocalistas convidados Ice-T (em “Night Stalkers”) e Sammy Hagar (em “This Planet’s on Fire (Burn in Hell)”). O baixista James LoMenzo retornou à banda para assumir o posto definitivamente. O trabalho foi produzido por Dave Mustaine e Chris Rakestraw. Em junho, a banda apresentou o primeiro single, “We’ll Be Back”, cujo vídeo clipe oficial foi gravado na plataforma de pesca de Mongaguá, no litoral paulista. O segundo single do álbum foi “Night Stalkers”, lançado em julho, como já dissemos, com os vocais do rapper Ice-T. Finalmente, O terceiro single “Soldier On!”, nos foi apresentado no mês passado. Clique no link abaixo e ouça na íntegra, o novo álbum do Megadeth, The Sick, The Dying… And The Dead!:

https://open.spotify.com/album/1ziUtOuRT545OI4cnHEMhC

Joe Lynn Turner: novo visual, novo álbum e novos singles

26/08/2022

O lendário vocalista americano de hard rock e metal melódico Joe Lynn Turner e a Music Theories Recordings/ Mascot Label Group anunciaram o lançamento global de seu novo álbum, Belly Of The Beast, em 28 de outubro. E o primeiro single do novo trabalho, a faixa-título nos foi apresentada em formato de lyric video, no canal do vocalista, no Youtube. Os tempos mais loucos pedem as vozes mais livres. Depois de vender milhões de discos, tocar para inúmeros fãs e liderar algumas das bandas de rock mais influentes da história, Joe Lynn Turner une forças com o produtor Peter Tägtgren. No canal do vocalista explica-se o conceito por traz do novo álbum:

Belly Of The Beast é uma frase que ouvimos repetidas vezes na história. Você pode rastrear os cultos e a corrupção em todo o mundo até as profecias da Bíblia. Parece que está se concretizando hoje em dia. Quando você olha para o livro do Apocalipse, lá está. Eu sempre mergulhei no conhecimento esotérico, hermetismo, ocultismo, pesquisa bíblica, filosofia eclética. Tenho sido fascinado com a descoberta de mistérios ocultos. Estamos em uma verdadeira guerra espiritual agora. É o bem contra o mal. Todos nós temos um anjo em um ombro e um demônio no outro. Estamos na barriga da fera, presos no sistema, e não há saída. O álbum aborda isso." 

Já sobre o primeiro single "Belly Of The Beast", que explode em uma enxurrada de guitarras herméticas e contrabaixos, antes de um solo de arranha-céus, que se transforma em um apelo, Turner explica:

"Céus nos ajude, devemos ser libertados, porque não podemos nos libertar. É tudo sobre o ritual e o deus serpente do medo, que é Lúcifer, quem cria o feitiço sobre a humanidade. Se você acredita no bem, você deve acreditar no mal. É o yin e o yang da vida. Eles devem coexistir, é física simples. Essa faixa tinha um sabor maligno, então, ao ouvir, o enredo era óbvio para mim. Peter lançou o refrão duplo em mim, e nós fomos em frente."

Assista abaixo ao lyric video oficial do single "Belly Of The Beast":

Este capítulo também viu o vocalista tomar uma decisão pessoal crucial. Diagnosticado com alopécia aos três anos de idade, ele começou a usar peruca aos 14 anos, lidando com "danos emocionais e psicológicos do cruel bullying na escola". Então, ele usou a peruca ao longo de sua carreira até finalmente decidir ficar sem ela. Sobre essa revelação e esse momento, Joe Lynn Turner explica:

"De certa forma, é uma bênção e uma maldição. Não tenho nada a provar, e posso usar uma peruca - ou não. Sou livre para fazer o que quero. Sou um homem adulto e estou ficando mais velho. Muitos homens neste negócio eventualmente chegam à decisão de continuar a 'usar cabelo' ou raspar a cabeça, que está muito na moda hoje. De qualquer forma, é preciso muita coragem pessoal. Idiotas no ensino médio tentando me chutar me deixaram mais forte e me deram a motivação e a força necessárias para superar o resto. A raiva e a dor são uma ótima ferramenta. Se aplicado corretamente, pode desenvolver você para se tornar a melhor versão de si mesmo. Em vez de fugir, eu estava 'escondido à vista de todos'".

E hoje, apenas um dia após a grande revelação, Joe Lynn Turner nos apresenta um segundo single, a faixa "Blood Red Sky", desta vez com um vídeo clipe oficial, que você assiste abaixo:

No final, Joe tem algo a dizer no poço de Belly Of The Beast: "Rock 'n' roll é sobre entretenimento, é claro, mas espero que você ouça a mensagem também. Parece que todo mundo vendeu suas almas para grandes corporações. Uma vez que as pessoas são ricas e populares, elas se tornam parte do establishment. Onde estão os rebeldes? Quem vai dizer: 'Foda-se! merda?' Eu sou." Ao lado de Joe Lynn Turner (vocais e vocais de apoio), estão Peter Tägtgren (guitarra, baixo e programação), Sebastian Tägtgren (bateria) e Love Magnusson (guitarra solo). Abaixo você confere a tracklist oficial de Belly Of The Beast e a arte da capa:

1. Belly of the beast
2. Black Sun
3. Tormented Soul
4. Stand up
5. Dark night of the soul
6. Bloody tears
7the wish
8. Don’t fear the dark
9. Fallen World
10. Living the dream
11. Requiem
12. Blood Red Sky

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