Vellen: Novamente um quinteto, banda prepara segundo EP.

Vellen: Novamente um quinteto, banda prepara segundo EP.

O Hard Rock brasileiro há muito vem se destacando tanto pela diversidade, quanto pela qualidade. A cada ano surgem novas bandas e projetos, mostrando que estamos muito bem servidos. Vindos de São Caetano do Sul, no ABC paulista, a VELLEN escreve seu nome nessa história. Rafael Bazan (vocal), Bruno Henrique (guitarra solo), Alberto Simetti (baixo) e Murilo Fenili (bateria) seguem firme nessa luta. O guitarrista Cauê Nazutto, peça chave nas composições e que participou das gravações do EP de estreia, mas se ausentou por um período, retorna à banda. Formada em 2015, com o objetivo de resgatar o Hard Rock oitentista, vieram com uma roupagem sonora totalmente nova e alternativa. Em 2017, gravaram o primeiro EP “Stone Rain”, no estúdio Acústica, em sua cidade natal, sob a supervisão musical de Danilo Pozzani.

Nos primórdios, a banda se chamava Hard Times, nome inspirado nas dificuldades financeiras do grupo, na época, para ensaiar e gravar. Com o passar do tempo, viram a necessidade de um nome mais apropriado para uma banda de Hard Rock, que se aproximasse de sua identidade, nascendo assim a VELLEN.

O nome foi inspirado em “Velen – A Terra de Ninguém”, da Saga “The Witcher” e aparece na 3ª edição de “The Witcher 3: Wild Hunt”.

O EP de estreia “Stone Rain” contém 5 faixas, do mais puro e extasiante Hard Rock e está disponível para audição nas principais plataformas digitais. Neste período de quarentena, a banda está reunida em sistema de home-office compondo novas músicas para o segundo EP, com previsão do início das gravações ainda neste ano.

VELLEN: Stone Rain (EP):
-Stone Rain
-Saturday
-M.M.A.
-We’ll be Togethet
-Dance all Nigh

Jennifer Kelly

Sou escritora, poetisa, radialista, e produtora de conteúdo. Durante as minhas 5 décadas de vida, respiro Rock e Metal 24hrs por dia. Apesar de ter minhas bandas e artistas preferidos, não me prendo aos velhos e consagrados nomes. Ouço muita coisa nova, o tempo todo. Essa é a minha missão, abrir as portas do submundo, tomando por legado escrever sobre bandas independentes e projetos iniciantes. Penso que se não abrirmos nossos ouvidos a quem está chegando agora, o Rock morre junto com os artistas que o inventaram e o consagraram. O Rock não pode morrer, e só dando oportunidade ao que é novo é possível mantê-lo vivo!!!!!

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