Level 11: Levando mensagens de esperança através do Rock.

Level 11: Levando mensagens de esperança através do Rock.

O Rock é um símbolo de rebeldia, certo? Até certo ponto, sim, o movimento surgiu para desmontar os alicerces da sociedade conservadora e retrógrada. Mas, teria o Rock espaço para assuntos mais sérios, que nos fazem pensar e evoluir quais seres humanos? Novamente, a resposta é sim, e se depender da banda paulista Level 11, assim sempre será.

Formada em 2015, por dois amigos de infância, a banda, que pratica um Pop Rock Clássico, com pitadas de Hard Rock, traz em sua essência o compromisso de compartilhar mensagens de esperança através da música e luta pelo combate à discriminação e desmistificação das doenças emocionais, mentais ou “da alma”. O líder e vocalista Marcelo Junior, sobrevivente da doença, compartilha através das canções, fotos e poemas, pensamentos, sentimentos e aprendizados vivenciados por ele.

Além de Marcelo, nos vocais, a banda é formada por Anderson Moura, na guitarra, Fernando Souza, no baixo e Bia Oliveira, na bateria.

Em março de 2018, o quarteto lançou seu álbum de estreia, auto-intitulado em parceria com o selo Musikorama e Universal Music. Neste ano, estão de volta aos estúdios para produzir seu segundo álbum. Quatro singles deste novo trabalho já foram lançados nas plataformas digitais “Dessa Vez”, “Assuma o Risco” e “Verônica”, em 2019 e “Nada além de ser Feliz”, já em 2020.

Level 11 – Level 11 (2018)

1-Ela decidiu
2-Zero
3-Preparando Corações
4-Sem Limites
5-Ciclo Oriental
6-As Estrelas estão Comigo
7-2767
8-Horas Vazias
9-O Que Eu Não Esqueço
10-Bad Dreams

Conforme destacado pela banda “A música tem o poder de resgatar e dar sentido à vida e através do dom que recebemos, vamos alcançar aqueles que estão perdidos”.

https://www.youtube.com/watch?v=1W6lIXt71WQ

Jennifer Kelly

Sou escritora, poetisa, radialista, e produtora de conteúdo. Durante as minhas 5 décadas de vida, respiro Rock e Metal 24hrs por dia. Apesar de ter minhas bandas e artistas preferidos, não me prendo aos velhos e consagrados nomes. Ouço muita coisa nova, o tempo todo. Essa é a minha missão, abrir as portas do submundo, tomando por legado escrever sobre bandas independentes e projetos iniciantes. Penso que se não abrirmos nossos ouvidos a quem está chegando agora, o Rock morre junto com os artistas que o inventaram e o consagraram. O Rock não pode morrer, e só dando oportunidade ao que é novo é possível mantê-lo vivo!!!!!

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